"A liberdade jamais e dada pelo opressor, ela tem que ser conquistada pelo oprimido"

"A liberdade jamais e dada pelo opressor, ela tem que ser conquistada pelo oprimido"
"A liberdade jamais e dada pelo opressor, ela tem que ser conquistada pelo oprimido"

quarta-feira, 1 de setembro de 2021

"Mocotó" pronto!

    No dia 06 de agosto eu me submeti a um procedimento cirurgico no tornozelo. Foram quatro horas de cirurgia para retirar tecido necrosado, tratar a artrose e colocar três pinos. Ai estou eu, curtindo o incômodo do pós operatório, mas tomando as medicações para aliviar a dor. Vida que segue...


        Ali perto, dormindo no sofa, estava a minha magrela.
        Vanuza e eu, na saúde e na doença, sempre juntos.💙💜



Festa do MOJOPAM

    Em 30 de agosto de 2020 os amigos, que ha vinte e cinco anos fizeram parte do MOJOPAM (Movimento Jovem do Parque amazonia), realizaram uma reuniao para confraternizar e festejar a amizade. Hoje podemos chamar o grupo de MOCOPAM (Movimento de Coroas do Parque Amazonia).


    Meus sobrinhos e sobrinhas, que são um pouco filhos e também irmãos, participaram do MOJOPAM na decada de 90, junto comigo. Só faltou o Alemão, o sobrinho caçula...



Prisões...

    O homem, sem asas, aprisiona o vôo e prende seus olhos à tela do celular.
    O pássaro, impedido de voar, observa tudo.
   Enquanto isso o gato, sem dono e pretensamente livre, está preso a um desejo de poder saltar bem alto.




terça-feira, 26 de janeiro de 2021

De Bach a Butantan


    Quem diria que lá em 2018 a flauta da "Partita em Lá Menor" de Sebastian Bach, depois de 300 anos, iria ser tão envolvente a ponto de mexer com a mente das novinhas e deixa-las salientes? E quem diria que neste início de 2020 a mesma flauta de Bach, que havia sido resgatada pelo MC Fioti lá em 2018, seria revisitada, atualizada, remixada e iria ser tão benéfica para a divulgação de uma vacina que está ajudando salvar milhares de vidas?




    Quem diria que o Funkeiro MC Fioti faria mais pela divulgação da música de Sebastian Bach do que muitos músicos puristas? E quem diria que ele faria mais pela Saúde Pública do que o presidente do Brasil e seu Secretário de Saúde?

MC Fioti - Vacina Butantan
Remix Bum Bum Tam Tam (KondZilla)



domingo, 6 de dezembro de 2020

"A favela venceu! O ED voltou!


    Esta foi uma verdade deliciosa de ouvir. Estava em um áudio num Grupo de Amigos do Parque Amazônia.

    Sábado, véspera da eleição municipal, eu fui para o Parque Amazônia, área de ocupação que fica localizada no bairro da Terra Firme, próximo à UFPA, e que teve origem no fim da década de 80 e foi apoiada pelo então deputado estadual Edmilson Rodrigues. Eu morei lá entre os anos de 1994 e 1997 e participava do MOJOPAM (Movimento Jovem do Parque Amazônia), Grupo de Jovens idealizado pelas lideranças do Centro Comunitário do Parque Amazônia. Hoje o Centro Comunitário não mais existe e os jovens da década de 90, agora são senhores e senhoras pais e mães de família. Muitos não moram mais na área, mas sempre estão por lá. Afinal, o MOJOPAM nunca deixou de existir, pois ele não está limitado à idade de seus membros fundadores e nem à existência do Centro Comunitário. O MOJOPAM é uma ideia viva. Uma ideia que nos une em torno de Ações Solidárias e de Confraternização entre os moradores da área.




    A minha ida ao Parque Amazônia, no sábado véspera da eleição, foi para encontrar outros membros do MOJOPAM e realizarmos uma Ação Solidária. A Ação Solidária aconteceu e foi um sucesso. Arrecadamos uma boa quantidade de alimentos para uma senhora que se encontra com câncer e é moradora do "Abrigo", outra área de ocupação que fica próxima à UFPA.



    Entregamos os alimentos à moradora beneficiada e nos reunimos a tardinha no Bar da Claudete, que também fica no "Abrigo". Foi um momento de comemorar o sucesso da Ação Solidária e falarmos sobre a eleição do dia seguinte. Na caixa amplificada tocava repetidamente o Jingle da Campanha do #ED50 e o povo todo cantava junto. Foi lindo.



    O ED voltou!

    O ED voltou!

    O ED voltou!

    Do "Abrigo" voltamos para o Parque Amazônia e lá visitamos a Suely, que foi presidente do Centro Comunitário do Parque Amazônia na época em que eu morava lá. Nos abraçamos e matamos as saudades. Afinal, ali estavam reunidos as antigas lideranças (Suely, Dona Branca e eu) e também o Zinho e o Leomir, que são filhos do seu Lauro, outra liderança da época.


    Paramos na Perimetral, em um bar, e adivinhem o que se ouvia entre um e outro sucesso das aparelhagens.

    Sim! Isso mesmo!

    O ED voltou!

    O ED voltou!

    O ED voltou!

    Parecia que eu tinha voltado no tempo até a primeira eleição do Edmilson Rodrigues à prefeito de Belém. Ali era a periferia se reconhecendo em uma liderança política. Era a periferia se sentido representada. Foi de arrepiar e a essa hora o coração pulsava como uma barrica nos Arrastões do Pavulagem.

    Deixei os meus amigos na Perimetral e desci pela rua Universal para pegar a Ligação e chegar à minha casa que fica na Comissário, próximo à Praça da Terra Firme. Mas, na universal eu fui parado na casa do meu amigo Mongol que estava reunido com outros queridos amigos. Não pude resistir a sequência de Rock Nacional e Internacional.


    Nem sei que horas eu cheguei em casa. Só sei que eu estava bêbado, feliz e de alma lavada.

    No domingo eu estava de plantão noturno no Pronto Socorro e não pude comemorar a vitória da favela, a vitória do #ED50. Mas, a verdade é que eu já havia comemorado antecipadamente, no dia e noite de sábado.

    Sim!

    A favela venceu!

    O ED voltou!

quinta-feira, 17 de abril de 2014

"AFASTEM-SE, VACAS, QUE A VIDA É CURTA!"

A árvore genealógica dos Buendía





    Quem nunca se perdeu em meio à tantos personagens é porque nunca leu Cem Anos de Solidão. Entre quatrocentas páginas escondem-se mais de cinqüenta pessoas. Destas, 44 são da família Buendía. Das 44, cinco se chamam Aureliano. Isso sem contar com os dezessete Aurelianos filhos do capitão Aureliano Buendía. Já deu pra confundir? Pois tem mais!

    José Arcádio, Arcádio, José Arcádio Segundo, Amaranta, Úrsula, Amaranta Úrsula, Remédios, Renata Remédios...e por aí vai. A saga de cem anos da família Buendía em Macondo é vasta em histórias e personagens. Faz os leitores se perderem, literalmente, nas páginas do livro.

    A lembrança do capitão Aureliano Buendía, diante do pelotão de fuzilamento, de quando viu o gelo pela primeira vez é o ponto de partida. A partir daí toda a história é contada desde o momento que o patriarca José Arcádio Buendía chegou com sua mulher Úrsula e seus dois filhos em um vilarejo que chamaria de Macondo.

    A pequena Macondo é o cenário de tudo o que acontece com os Buendía. Da descoberta da alquimia, da guerra feita pelo capitão Aureliano, da mania de Rebeca em comer terra, da beleza de Remédios a bela e de tudo o que poderia acontecer em cem anos naquele pequeno povoado.

    Gabriel Garcia Márquez recebeu o titulo de ultimo grande contador de historias do século XX por causa de seu mais confuso e genial livro. Cem anos de Solidão: a história da maior “estirpe de solitários para a qual não será dada uma segunda oportunidade sobre a terra”.

    Cem anos de Solidão: li e me perdi – duas vezes.

domingo, 23 de março de 2014

"Marcha da Família" reúne UM MILHÃO em Belém.

Em Belém a "Marcha da Família" reuniu UM MILHÃO.
Nossa equipe de reportagem tentou conversar com alguns dos organizadores, mas foi tudo em vão, pois os lideres da manifestação só conseguiam balbuciar coisas tipo "uga-uga" e "iaba daba du".
No momento em que nossa equipe de reportagem se retirava do local, ainda pôde registrar um dos organizadores esfregando duas pedras uma na outra na tentativa de fazer fogo e assar o milho. Porém, veio a chuva, que cai todas as tardes em Belém, frustou as tentativas do Neandertal e ACABOU COM A PALHA-ASSADA.